Mondrian passa por um período em que seus trabalhos são baseados na estilização cubista, mas se dá conta de que o cubismo não desenvolvia a arte abstrata até seu limite extremo: a expressão da realidade pura.
Surge o pensamento compartilhado por ele de que a natureza é a pergunta e a arte é a resposta. Ou seja: que a arte não é uma expressão da natureza, mas um outro mundo, em si, não menos importante que a própria natureza.