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Terça-feira, Setembro 20, 2005 |
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ELENCO
Aline Barros;
Angélica Freire;
Antonio Carlos Jr.;
Camila Fraga;
Cláudio Delunardo;
Elvis Richard;
Felippe Terra;
Luana Fonseca;
Lucy Ramos;
Marcelo Costa;
Raphael Lopes;
Renata de Castro;
Jaqueline Machado;
Thiago Delleprane.
CORPO E COREOGRAFIA
Djanira de Paula.
Abertura da temporada no próximo sábado (24-09), às 20 horas, no Sest-Senat. Os ingressos antecipados já estão sendo vendidos a R$8,00 e no dia do espetáculo, serão vendidos a R$10,00. Estudantes, idosos e associados do clube pagam meia.
Mais informações pelo telefone: (24) 3324-1070.
Por
Thiago, às 23:59. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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Terça-feira, Setembro 06, 2005 |
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VERMELHO
Qualquer palavra que seja, não irá apagar o que fiz, nem mesmo amenizar. Por isso, agora, não vou tentar me arrepender ou flagelar. Vou deixar o sangue escorrer até que o chão fique vermelho, como o deserto que povoa minha vida e até que a vida deserte o corpo ainda úmido.
E não escrevo pra explicar, o contrário, quero saber que nunca vão me entender. Por mais que tentem, percorram vestígios, suspeitem, criem hipóteses, jamais tocarão no que levarei comigo: os meus porquês. Só notarão o que vêem, as letras trêmulas de prazer, as marcas de sangue na folha e o deserto vermelho no chão, no corpo e em mim.
Por
Thiago, às 23:46. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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Quinta-feira, Setembro 01, 2005 |
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Este ano, andei me aventurando no teatro e fui parar no elenco de Romeu e Julieta. O espetáculo, que tem a direção de Bernardo Maurício, estréia no dia 24 de setembro aqui em Barra Mansa, no Sest-Senat. Quando o material de divulgação estiver pronto, postarei mais detalhes sobre a peça - mas já sintam-se convidados, oquei?
Depois de tantos ensaios, foi impossível sair ileso (ainda bem). Um dos resquícios disso tudo é esse poema que escrevi há pouco:
ROMEU E JULIETA
Somos um soco suave na cara
E o sangue escorrendo na boca
Somos línguas entrelaçadas
Entre amargos palavrões
Entre os vãos
Nas vias do seu ar
Nas artérias do seu mar
Sou barreiras
Há ingenuidade quando nos atracamos
Nos mordemos com leveza
No labirinto das nossas paixões
As saídas esconderam
Nossos nomes escreveram
Tanto ódio em rios vermelhos
Sem saber que nossas vidas
Imoladas, os estancarão
Por
Thiago, às 21:18. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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