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..:: Sexta-feira, Abril 30, 2004

GENTILEZA GERA GENTILEZA



(José Datrino, o profeta Gentileza)


Conheci um bocado da história de Gentileza através do documentário Por Gentileza, de Dado Amaral, que assisti há alguns anos atrás. Busquei algumas informações e imagens na internet e encontrei, entre várias, essa acima que é um de seus escritos em pilares, no Rio de Janeiro.

Ps.: Vale a pena conferir um ótimo texto sobre o profeta, no blog Quem Tem Medo de Baby Jane?, no post do dia quinze de abril.

Por Thiago, às 00:03.

Morda! - mordida(s) até então.
..:: Quinta-feira, Abril 22, 2004

Como você emagreceu!
(Em Os Elefantes Não Esquecem, de Agatha Christie)


Detesto correntes! Mas essa, indicada por meu colega blogueiro Obsoleto, é bem simpática. Vejam:

1. Pegue o livro mais próximo de você;
2. Abra-o na página vinte e três;
3. Ache a quinta frase;
4. Publique o texto em seu blog junto com estas instruções.

Você só corre o risco de sair uma frase tão bela quanto a minha. [hehehehehehe] Mas percebam que a frase sorteada parece brincar com o nome do livro.

Ps.: Não li este livro (aliás: nunca li Agatha Christie) e, provavelmente, não vai ser desta vez que o lerei. É que o tomei emprestado por uma semana e não tive tempo de ler nem a primeira página. Devolverei, pra permanencia da minha curiosidade.

Por Thiago, às 22:25.

Morda! - mordida(s) até então.
..:: Quarta-feira, Abril 21, 2004

HÃO DE TER UM SUIN-

Depois de um período de ausência de sorte, EU CONSEGUI. Assisti ao show da banda que tenho no meu mais alto conceito: Los Hermanos. Já eram incontáveis as vezes que havia perdido às apresentações deles. Mas domingo, no festival Volta Redonda do Rock, toda espera se findou. Sintam um bocado:

Por Thiago, às 20:04.

Morda! - mordida(s) até então.
..:: Quinta-feira, Abril 15, 2004

CHEGOU A HORA DE APAGAR AS VELHINHAS




Pessoas, hoje é minha vez de fazer vinte e um anos de idade. Saudades do que já vivi, ansioso pelo que há de vir: assim é a vida. E como é bom viver, não é mesmo?

Ps.: Acho que estou com dó das tais velhinhas. [hehehehehehe]

Por Thiago, às 00:07.

Morda! - mordida(s) até então.
..:: Domingo, Abril 11, 2004

TENHO UM AMIGO CHAMADO ARRIGO. O RESTO? DEPOIS EU DIGO...


Arrigo Barnabé, nascido no Paraná, foi um dos precursores da vanguarda paulista. Seu trabalho mistura música erudita contemporânea e popular urbana. Participou em 1970, de um Festival Universitário da TV Cultura com Diversões Eletrônicas e conseguiu o primeiro lugar.
Quando um amigo me mostrou esse cara - Dan, obrigado! - , fiquei impressionado. Não sosseguei enquanto não ouvi o disco Clara Crocodilo todo, numa dessas rádios da internet. Vasculhei lojas e lojas virtuais a fim de compra-lo, mas infelizmente o disco está em falta em todas elas.
Quer um desafio para seus ouvidos? Dá-lhe Arrigo!



ORGASMO TOTAL
(Arrigo Barnabé)

Você me falou assim:
Vem, bebe, sirva-se de mim
E a luz se apagou
Então eu senti na pele
Você, seu corpo em febre
Juro que eu nunca imaginei, amor
Tanta sensualidade
Juro que eu nunca imaginei, amor
Tanta eletricidade
Você estava mesmo fatal
E parecia louca
Como um animal
Dizendo aqueles palavrões, gemendo
Pedindo mais, mais
"Até chegarmos ao orgasmo total
orgasmo total
trazido pelo reembolso postal"
Não passe ridículo. Você também pode
ser feliz como eles. Basta pedir hoje
mesmo, pela caixa postal 6969, o seu
exemplar de "O ORGASMO AO ALCANCE
DE TODOS". E um feliz orgasmo...
* Letra retirada do site MPBNET

Por Thiago, às 19:31.

Morda! - mordida(s) até então.
..:: Segunda-feira, Abril 05, 2004

- Desisto!
Abraçou o edredom e despejou toda angústia do vazio. Da saudade que não sentia, pena. Derramava, de seus olhos, a certeza de não conhecer ao certo a felicidade. De não viver o que deveria ter vivido.
Cara já seca. O soluço lhe remetia a algum ritmo que não se lembrava bem, mas era bom como um afago. É certo: o ritmo era um afago como alguém a lhe confortar, na rapa da imaginação que lhe restara. Mas ainda doía muito.
- A despedida me atrai bem mais do que a espera da chegada. Gozaria a vida só com lembranças, caso as tivesse.
O tempo arrastava, se exibindo. A vida toda esperou por tudo. Tudo que não existia. Tudo era ilusão. Os tantos comprimidos que engoliu foram o que de mais real havia esperado um dia.

Por Thiago, às 22:55.

Morda! - mordida(s) até então.