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Domingo, Março 28, 2004 |
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VAMOS COMER TARSILA
Andei passeando no site da Tarsila do Amaral. Vejam que maravilha essa obra que conheci a pouco:
Religião Brasileira: Certa vez Tarsila chegou de viagem da Europa, desembarcou no porto de Santos e foi comprar doces caseiros em uma casinha bem simples de pescadores. Ao entrar observou um pequeno altar com vários santinhos, enfeitados por vasinhos e flores de papel crepom. Achou aquilo tão pitoresco e pintou esta maravilhosa tela.
Vale a pena dar uma passeada no site. São várias as obras disponíveis e algumas delas têm textos descritivos como este que postei.
Por
Thiago, às 14:50. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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Domingo, Março 21, 2004 |
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Meu pé
No chão, plantado.
Com sangue, regado.
Com força, lavrado.
Meu chão arrancado.
Amor isolado
Que seus olhos azuis
Não conseguem ver.
Meus pés atolados.
Olhar atordoado.
A raiz d'outro lado
Dos mares que dobrei.
Amarrado;
Trepado;
Cuspido;
Calado;
Cortado no talo.
Por
Thiago, às 15:39. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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Quarta-feira, Março 10, 2004 |
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Enfim pude postar! Caindo de sono e travando essa briga com o teclado. Espero que saia algo interessante. ;)
OYÁ
Em certo momento do filme Quando o carnaval chegar, Rosa (personagem de Maria Bethânia) cita uma lenda de Iansã, orixá dos ventos e da tempestade. Não me lembrando completamente da história citada, decidi pesquisar na internet e acabei me deparando com outras tão bacanas quanto a que buscava. Tentei resumir um dos contos que encontrei no site Casa de Oxalá. Vejam:
Diariamente Ogum caçava na floresta e num desses dias deparou-se com um búfalo que se movia rápido como um relâmpago. Intrigado, decidiu seguir o animal.
O búfalo parou em cima de um formigueiro, livrou-se de sua pele e chifres fazendo uma trouxa e escondendo-os ali, revelando-se uma belíssima mulher. Sem notar a presença de Ogum, ela segue em direção ao mercado.
Ogum se apoderou da trouxa, escondeu em seu celeiro e foi em busca daquela bela mulher, afim de corteja-la. Mas ela recusou seu cortejo e, ao anoitecer, retornou ao esconderijo. Surpreendeu-se com a falta de sua trouxa e voltou à cidade à procura dela.
Na cidade, Iansã encontrou Ogum, que lhe disse ter o que procurava. Ogum sabia que ela não era uma mulher, mas um animal. E em troca desse segredo, Iansã foi obrigada a se casar com ele.
Deste casamento nasceram nove filhos. A fertilidade de Iansã despertava os ciúmes das outras esposas de Ogum, que eram estéreis. Uma delas, embriagando o marido, conseguiu descobrir o segredo de Iansã e, junto às outras mulheres, foi insulta-la. Revelou também o esconderijo que Ogum guardou a trouxa com a pele e os chifres de búfalo.
Assumindo a forma de búfalo, ela partiu pra cima de todos, poupando apenas seus filhos. Voltou à floresta mas não levou seus filhos por achar o lugar perigoso. Mas não os deixou desamparados. Iansã entregou-lhes um par de chifres para que batessem as pontas quando estivessem em perigo. Com esse sinal, ela voltaria para socorre-los.
Ps.: Vale a pena destacar essa imagem que encontrei no site Árvore do Bem (clique na figura para ir direto à sessão). Linda, não?
Por
Thiago, às 00:52. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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Sábado, Março 06, 2004 |
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Que semana louca! Turbulências mil no trabalho. Provações, reprovações, medos, mudanças, etc. Mas cá estou: VIVO! Espero que tudo dê certo no que há de vir.
Ps.: Certamente o post oficial dessa semana virá. Aguardem!
Por
Thiago, às 00:29. |
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| Morda!
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mordida(s) até então. |
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